Consulta diaria

Primeira leitura: 1Jo 2,29 - 3,6:
Aquele que permanece nele não peca.
Salmo: Sl 97 (98), 1. 3cd-4. 5-6 (R. 3a):
Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
Evangelio: Jo 1,29-34:
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

 

 

Naquele tempo: João viu Jesus aproximar-se dele e disse: 'Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Dele é que eu disse: Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim. Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel'. E João deu testemunho, dizendo: 'Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele. Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: `Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo'. Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!'

Comentário

Segundo a tradição cristã, conhecer a Deus não consiste primeiramente em formar ideias adequadas ou próprias sobre ele, mas orientando a vida a partir do que sabemos dele. O ponto crítico, que São João ressalta no fragmento de hoje, é o de sua justiça. Sabendo que Deus é justo, seus filhos não podem viver senão praticando a justiça. Contrário disso é o pecado. Praticar a justiça é uma forma bem semita que equivale a cumprir os mandamentos de Deus Pai. Essa prática ou exercício é o que transforma a vida até manifestar o que a pessoa é. Pouco se fala do pecado em nossos dias, mas isso não significa que ele esteja ausente. A rebeldia ao mandato de Deus possui múltiplas expressões, e cada uma delas evidencia um abuso à dignidade humana; O pecado fere a imagem de Deus impressa em cada pessoa humana. Não podemos prejudicar-nos. Que expressões de justiça queremos fomentar durante este ano?

Santo do Dia
S. Genoveva
séc. VI ? virgem ? \"Genoveva? quer dizer \"filha do céu? ?
invocada nas calamidades

Natural de Nanterre, França, por volta do ano 422. Aos seis anos de idade, foi consagrada a Deus, pela mãos de S. Germano de Auxerre. Aos 15 anos, vestiu o hábito das virgens consagradas, tornando definitiva sua opção de dedicar a vida totalmente ao Senhor, não enclausurada em um convento, mas na própria casa, que se tornou centro irradiador de caridade, penitência, oração e contemplação. Em 451, quando a cidade de Paris foi assediada pelos hunos de Átila, Genoveva conclamou os parisienses à confiança em Deus e a não deixar a cidade. Com sua oração consegue não apenas a libertação de Paris, mas também debelar a fome e a miséria que assolava a região. Ela mesma percorria de barco o Sena pedindo doações em alimentos para que fossem distribuídos aos necessitados. Morreu em 502.