Consulta diaria

Primeira leitura: At 5,27-33: 
Disso somos testemunhas, nós e o Espírito Santo.
Salmo: Sl 33, 2.9. 17-18. 19-20 (R. 7a): 
Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido.
Evangelio: Jo 3,31-36: 
O Pai ama o Filho e entregou tudo em sua mão.

 

'Aquele que vem do alto está acima de todos. O que é da terra, pertence à terra e fala das coisas da terra. Aquele que vem do céu está acima de todos. Dá testemunho daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceita o seu testemunho. Quem aceita o seu testemunho atesta que Deus é verdadeiro. De fato, aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque Deus lhe dá o espírito sem medida. O Pai ama o Filho e entregou tudo em sua mão. Aquele que acredita no Filho possui a vida eterna. Aquele, porém, que rejeita o Filho não verá a vida, pois a ira de Deus permanece sobre ele'.

Comentário

Jesus é a Palavra definitiva do Pai. Ele que veio de Deus, é quem pode dizer-nos quem é Deus Pai porque o conhece e vem dele. Jesus segue ampliando a visão a Nocodemos. O diálogo iniciado, e que estivemos refletindo dias atrás, não termina. Jesus aprofunda a questão e manifesta a urgente necessidade de adesão total e plena a ele para experimentar a vida de Deus. Jesus é a Vida Eterna que o Pai dá a todos os que lhe amam. Esta Vida que Jesus oferece é um dom e um presente para a salvação do mundo. Que deveremos fazer para entrar nessa Vida que Jesus oferece? Precisamos ter méritos para recebê-la? Não. Nada disso. A Vida Eterna consiste em abrir o coração, a mente e a vida a Jesus. Fazendo isso Deus já está dando sua salvação através do Filho Amado em quem recapitulou todas as coisas. Abramo-nos ao amor infinito do Pai. Abramo-nos à Vida Eterna que Jesus veio trazer. Deixemo-nos ser tocados pelo amor de Deus.

Santo do Dia

S. Júlio I

séc. IV ? papa ? \"Júlio? quer dizer \"luz?


Júlio I foi eleito papa no dia 6 de fevereiro de 337, assumindo a Cátedra Apostólica após quase cinco meses de vacância. Seu pontificado foi marcado pela luta em preservar a fé apostólica e, conseqüentemente, a unidade da Igreja, ameaçada pela heresia ariana. O arianismo já havia sido condenado no Concílio de Nicéia (325), mas somente no Concílio de Constantinopla (381) foi totalmente refutado. Em 344, Júlio I convocou o Concílio de Sárdica, em Sófia, Bulgária, em que se reconfirmaram as decisões do Concílio de Nicéia. Santo Atanásio, Marcelo de Ancira e Asclépias de Gaza, foram inocentados e reconfirmados como legítimos pastores da Igreja.