Consulta diaria

Primeira leitura: Atos 14,5-18: 
Pregamos para que vos convertais das coisas vãs ao Deus vivo
Salmo: 113
Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória
Evangelio: Jo 4,21-26: 
O Paráclito que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas

21 Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é que me ama. E aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e manifestar-me-ei a ele.
22 Pergunta-lhe Judas, não o Iscariotes: Senhor, por que razão hás de manifestar-te a nós e não ao mundo?
23 Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e nós viremos a ele e nele faremos nossa morada.
24 Aquele que não me ama não guarda as minhas palavras. A palavra que tendes ouvido não é minha, mas sim do Pai que me enviou.
25 Disse-vos estas coisas enquanto estou convosco.
26 Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito.

Comentário

Jesus coloca a presença viva de Deus no meio de sua comunidade. Trata-se da presença da Santíssima Trindade no coração de cada cristão, que se transforma em templo vivo de Deus! Para essa comunidade Jesus promete que manifestará seu amor e o amor do Pai. No amor e no serviço de uns aos outros demonstramos que amamos Jesus. Se a comunidade não é capaz de experimentar a presença do Espírito (o Defensor) é uma comunidade que se fechou sobre si mesma. A presença do Pai, do Filho e do Espírito que fazem da comunidade sua própria morada, é uma comunidade viva, renovada em sua criatividade evangelizadora frente aos desafios do presente. Para essa comunidade e para essa gente assim comprometida, Deus vai se manifestando. Demos graças ao Pai que nos ama, a Jesus que nos liberta e salva e ao Espírito que nos traz felicidade, respeito, ternura e carinho de uns pelos outros.

Santo do Dia

S. Dimpna
Conforme a tradição, a mãe de S. Dimpna teria sido uma princesa cristã que morreu quando ela ainda era pequena e seu pai, um rei pagão. Os poucos anos que conviveu com a mãe lhe serviram para que fosse instruída por ela na doutrina cristã. Quando cresceu, sua semelhança com a mãe era tal que o próprio pai enamorou-se dela e começou a importuná-la. Com a ajuda de S. Gereberno, seu mestre espiritual, S. Dimpna fugiu para Antuérpia e dali se embrenharam pela floresta até encontrar o oratório de S. Martinho. Entretanto, foram encontrados e mortos. Ela, pelas mãos do próprio pai, e S. Gereberno, pelos comandados do rei. Seus corpos foram sepultados em Gheel. S. Dimpna é invocada contra as doenças mentais.